Aluna do PPGAS apresenta livro “Prazer e risco nas práticas homoeróticas entre mulheres” na 30ª Reunião Brasileira de Antropologia

14/07/2016 08:47

livro jainaraA doutoranda do PPGAS, Jainara Oliveira, lançará o livro “Prazer e risco nas práticas homoeróticas entre mulheres” durante a 30ª Reunião Brasileira de Antropologia, no dia 4 de agosto, das 18h30 às 21h00, no Hall da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, Paraíba.
Lançado pela Coleção Ciências Sociais da Editora Appris, o livro já encontra disponível para pré-venda no site da editora.
 
Sobre a publicação: “O livro […] traz uma contribuição para o campo da antropologia da saúde, ao defender uma definição de risco ampliada em relação àquela da epidemiologia, que inclui, nas palavras da autora, ‘estilos de vida, visões de mundo, projetos individuais e coletivos e negociações cotidianas’. Nesse sentido, a análise de Jainara coloca-se na esteira de outros trabalhos que têm chamado a atenção para a polissemia da palavra risco e para a centralidade que essa categoria possui para compreender aspectos diversos das sociedades contemporâneas, especialmente no âmbito da saúde. […]. Há vários motivos para recomendar a leitura deste livro. Trata-se de um trabalho sobre mulheres que mantêm relações sexuais e de afeto com outras mulheres, recorte que ainda continua minoritário no crescente campo de estudos LGBT. São muito bem-vindas pesquisas que lançam luz sobre esse universo, mais ainda quando trazem à baila contextos pouco evidenciados na literatura sobre o assunto, neste caso, uma cidade de médio porte, situada na região Nordeste do Brasil” – Mónica Franch. 

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Doutoranda do PPGAS lança livro no dia 17 de março

15/03/2016 17:52
dijinaandrade
–> No dia 17 de marco, a partir das 19h, na livraria catarinense do Shopping Beira Mar, em Florianópolis, a doutoranda em Antropologia Social pela UFSC, Díjna Torres lançará o livro “Mulher Nagô: liderança e parentesco no universo afro-brasileiro”, fruto de sua pesquisa de mestrado e que trata sobre liderança feminina e religiões afro-brasileiras.
A construção e as transformações do universo religioso afro-brasileiro são de uma diversidade e mistérios ímpares. Dentro dessa caixinha de segredos e surpresas que todo o escopo religioso apresenta, cabe destaque para a liderança e o papel da mulher na configuração da família e da casa de santo, sobretudo em um terreiro Nagô, considerado um dos mais antigos e tradicionais de Sergipe, além da análise da constituição dessa liderança enquanto mantenedora de uma tradição secular.

Mulher Nagô: liderança e parentesco no universo afro-brasileiro‘ traz uma rede de símbolos e relações estudadas, fazendo desta obra um instigante relato da história de tradição vivida e repassada através da ótica feminina.

 

Lançamento: Patrimônio cultural e seus campos.

08/09/2014 12:35

Nesta terça-feira, 9 de setembro, após a aula magna com o prof. Roque Laraia, será lançado mais um título da Coleção Brasil Plural, “Patrimônio Cultural e seus campos”, publicado pela Editora da UFSC e organizado pelas professoras Alícia N. G. de Castells, antrópologa do Departamento de Antropologia da UFSC e do Núcleo Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) e de Jeana Santos, jornalista, pós-doutoranda do Posjor/UFSC e pesquisadora do NAUI.

Patrimônio cultural e seus campos proporciona uma imersão nos distintos tópicos que conformam a problemática patrimonial, tanto no Brasil quanto fora dele. Reunindo importantes pesquisadores da área, aprofunda questões como o papel social do patrimônio arqueológico, experiências museológicas, nuanças do patrimônio imaterial, novos desafios da cidade contemporânea sob as políticas patrimoniais, o patrimônio cultural numa perspectiva comparativas latino-americana, entre outras. Uma excelente oportunidade para conferir o que de mais relevante os estudiosos do campo têm debatido na atualidade.

Para mais detalhes sobre o livro, clique aqui.

Lançamento: Uma floresta de disputas: conflitos sobre espaços, recursos e identidades sociais na Amazônia.

01/09/2014 08:50

Acaba de sair mais um livro da Coleção Brasil Plural, em parceria com a editora da UFSC:  UMA FLORESTA DE DISPUTAS: CONFLITOS SOBRE ESPAÇOS, RECURSOS E IDENTIDADES SOCIAIS NA AMAZÔNIA, de Edviges Marta Ioris.
–> O livro Uma floresta de disputas, da antropóloga Edviges Marta Ioris, é uma fascinante etnografia sobre os conflitos sociais decorrentes da criação e implantação da Floresta Nacional do Tapajós, no Oeste do estado do Pará. Um de seus aportes antropológicos mais importantes reside na forma como desvenda a história, os valores e as identidades que motivam cada um dos atores sociopolíticos nos conflitos para então analisar os distintos âmbitos sociais, econômicos e administrativos por onde eles se expressam. Entre as várias questões que o livro aborda, encontramos o processo histórico de ocupação da região, desde a ocupação colonial aos tempos atuais, que nos ajuda a entender a contemporaneidade dos indígenas na região. Além de descrever as fortes mudanças nos modos de vida e constituição étnica desses povos indígenas, também mostra como esses povos, mesmo diante das constantes pressões externas, exerceram seu protagonismo e conseguiram manter importantes elementos de suas organizações socioculturais, assim como de seus padrões coletivos de uso da terra. Continue a ler: http://www.editora.ufsc.br/publicacao/detalhe/id/61

 

Pós-doutoranda do PPGAS lança esta semana o livro “O colecionador de histórias miúdas – Machado de Assis e o jornal”

14/10/2013 12:06

 O colecionador de histórias miúdas – Machado de Assis e o jornal, de Jeana Laura da Cunha Santos

Este livro proporciona um encontro entre o jornalismo do passado e a complexidade contemporânea. Desvenda as sensações dos cronistas-flâneurs do final do século XIX, arautos do jornalista moderno, em sua busca pelas notícias nas ruas e becos cariocas onde elas aconteciam, espelhando-as com essa entrada do século XXI, quando as pessoas refugiam-se no interior de suas casas e recebem as informações pelas redes de comunicação eletrônicas sentadas em suas poltronas entre quatro paredes. O primeiro tempo é o da reinvenção da literatura, da crônica, da inauguração do jornal e do jornalista imerso na cidade, e o segundo, o da retirada para o abrigo, da informação no tempo real e do acúmulo de funções e de dispositivos, do profissional multimídia.
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