Pós Graduação em Antropologia Social
  • Processos Seletivos – Turmas 2018

    Publicado em 23/06/2017 às 19:09

    Inscrições: de 11 a 31 de agosto de 2017
    Demais datas: conforme cada Edital

     

     

    *** O Edital de Doutorado será publicado na próxima semana


  • Disciplinas e matrículas 2017.2

    Publicado em 09/06/2017 às 18:36

    Para consultar as disciplinas do semestre 2017.2 nos programas de mestrado e doutorado do PPGAS acesse http://ppgas.posgrad.ufsc.br/disciplinas-2017-2/

    Conforme os professores informem à Secretaria as informações faltantes, estas serão atualizadas no site.

    Assim que as salas forem alocadas, serão informadas no site.

    Sobre as datas das matrículas, acesse: http://ppgas.posgrad.ufsc.br/matriculas-semestre-2017-2/


  • COMUNICADO: Mudança no horário de funcionamento

    Publicado em 07/04/2017 às 19:18

    A Secretaria comunica que, em razão do afastamento de um de seus servidores, o período de atendimento ao público ficará temporariamente restrito ao horário das 13h30 às 19h30.


  • Publicado em 06/06/2017 às 13:25


  • Publicado em 17/05/2017 às 19:12

    O Núcleo de Antropologia do Contemporâneo convida para sessão especial do ciclo Trânsitos Contemporâneos, com a estreia do documentário #Resistência, de Eliza Capai, seguida de mesa-redonda com Sandra Alves (cineasta), Paula Guimarães (site Catarinas), Mariah e Jordana (EE Simão Hess) e Maria Lucena Conte (Comitê Floripa Contra o Golpe VOLTA DILMA).

    SEXTA – 19/5 – 17h30 – no Auditório do CFH


  • Nota de repúdio ao Relatório Final da Comissão Parlamentar de Inquérito FUNAI-INCRA 2, de 02 de maio de 2017

    Publicado em 09/05/2017 às 11:21

    O Departamento de Antropologia, comportando os cursos de graduação e pós-graduação, e o Conselho do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, vêm publicamente manifestar sua perplexidade e indignação diante da solicitação de indiciamento por parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI FUNAI/INCRA 2), de nossos colegas antropólogos da UFSC e de ex-alunos, assim como de ex-diretor do atual Museu de Arqueologia e Etnologia desta universidade.

    Externamos nossa solidariedade com os colegas da UFSC e com antropólogos/as de outras instituições, com as lideranças indígenas e quilombolas, ativistas, procuradores/as federais e estaduais, servidores/as públicos da FUNAI, do INCRA e de outras instituições públicas ligados à defesa dos direitos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, acusados sem fundamento e injustamente no Parecer do relator. Essas pessoas foram aviltadas inclusive quanto à falta de equidade, diante da impossibilidade de exposição e defesa de sua atuação no transcorrer do período de funcionamento da CPI (de 2015 a 2017).

    Causa preocupação, e temerosa inquietação, que o relatório da CPI acuse e busque intimidar antropólogos da UFSC e de outras instituições em seu exercício profissional, ao mesmo tempo em que tenta constranger a atuação regular e institucional dos procuradores do Ministério Público Federal e Estadual que se empenham na defesa dos direitos indígenas e de comunidades tradicionais, conforme impõe e determina a Carta Magna brasileira. O esforço de parlamentares que integram a CPI em criminalizar o pleno e livre exercício científico é próprio dos sistemas totalitários e de estados de exceção, não devendo ser tolerado em um estado democrático.

    É de conhecimento da sociedade brasileira o empenho de parlamentares ligados ao agronegócio, articulados em torno da Frente Parlamentar da Agropecuária, para restringir os direitos territoriais, políticos, sociais e culturais de indígenas, quilombolas e outros grupos tradicionais, assegurados pela Constituição Federal de 1988. Os renovados esforços em desqualificar a legislação vigente, como, por exemplo, o Decreto 1775/1996 (dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências), o artigo 231 da Constituição de 1988 (estabelece os direitos de ocupação tradicional) e a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, ratificada pelo Brasil em 2004, legislação essa que sustenta e orienta a atuação legal dos acusados, culminaram com a criação da CPI FUNAI/INCRA (por duas vezes consecutivas), sob o argumento de investigar supostas irregularidades na atuação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

    As 3.385 páginas do Relatório final confirmam que as investigações dessa CPI de fato fazem parte de estratégias para retirar diretos e inviabilizar a regularização fundiária de terras indígenas e quilombolas.  Ignorando que as demarcações são resultado de processos jurídico-administrativos nos quais os direitos de contraditório são assegurados, o Relatório propõe uma série de medidas para anular demarcações já realizadas de dezenas de terras indígenas e quilombolas, além de outras tantas unidades de conservação, assim como uma série de mudanças na nossa Carta Marga, retirando os direitos dos povos tradicionais aos seus territórios e propondo a extinção da Fundação Nacional do Índio.

    Assim, como já manifestado anteriormente em Nota do Conselho Universitário da UFSC, (Cun/UFSC, 11/12/2015[1]), o Departamento de Antropologia repudia fortemente as solicitações de indiciamento e acusações desses parlamentares contra os profissionais da Antropologia desta e demais instituições, as quais distorcem fatos, invertem imagens, apresentam inverdades e lançam impropriedades, com o objetivo tácito de criminalizar e desautorizar a atividade profissional antropológica.

    Do mesmo modo, reiteramos o alerta para a contaminação do exercício legítimo e democrático da investigação realizada no âmbito de uma CPI por interesses que extrapolam o domínio da instância pública e que estão associados a demandas de grupos econômicos privados. Uma CPI não pode ser usada para uma ofensiva desigual, violenta e inconstitucional contra os povos indígenas e quilombolas, desvalidando direitos assegurados pela Constituição de 1988; tampouco pode servir de instrumento para cercear o pleno exercício da ciência antropológica, ou de qualquer outra Ciência. Consideramos inadmissível a criminalização da atividade científica para atingir objetivos claramente políticos.

    A UFSC garante a pluralidade ideológica, como parte universalmente reconhecida do ambiente universitário, e seus valores não estão associados a nenhum grupo de interesse partidário, mas somente aos do conhecimento científico, da democracia e da liberdade. Consideramos fundamental que se consolide em toda sociedade uma postura em favor da veracidade, dos princípios fundamentais da República e da luta pela igualdade na diversidade, para que possamos construir um Brasil verdadeiramente democrático, mais justo e plural.

     

    [1] Nota da Universidade Federal de Santa Catarina sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito instalada para investigar a atuação da Funai e do Incra.


  • Publicado em 27/04/2017 às 17:21

    cartaz ciclo naui


  • Pesquisadora lança obra sobre Hip Hop da Grande Florianópolis e da Grande Lisboa

    Publicado em 24/04/2017 às 11:39

     

    Livro Angela

     

    O que tem em comum no som produzido nas periferias de Florianópolis e de Lisboa? No embalo do Hip Hop, a pesquisadora Angela Maria de Souza lança no dia 2 de maio a obra “A Caminhada é Longa e o Chão Tá Liso”, uma análise das músicas na periferia da Grande Florianópolis e da Grande Lisboa.

    O livro é resultado da pesquisa de Ângela no doutorado em Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina em parceria com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Ela trata sobre o Rap de Quebrada, o Rap Floripa e o Rap Gospel, assim como o Rap Crioulo de Portugal.

    Para os interessados em música e cultura urbana, é uma oportunidade para saber mais sobre questões do dia-a-dia urbano mundial: racismo, discriminação, violência e desigualdade.

    O lançamento de “A Caminhada é Longa e o Chão Tá Liso” será na sala Hassis, do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, às 19h. A entrada é gratuita. Os livros podem ser comprados no local.

     

    Sobre a autora

    Angela Maria de Souza está fazendo pós-doutorado em Ciências Humanas na UFSC e concluiu o doutorado e mestrado em Antropologia Social na mesma universidade, sempre pesquisando sobre Rap e movimentos nas periferias. Hoje atua como professora e pesquisadora na Universidade Federal da Integração Latino-Americana.