Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – Mestrado / Doutorado / Pós-Doutorado
  • Processo Seletivo Mestrado e Doutorado – turmas 2023

    Publicado em 25/07/2022 às 11:10

    Mestrado:

    Edital 03 ME Ampla Concorrência – Turma 2023

    Edital 04 ME AA NEGRES – turma 2023

    Edital 05 ME AA INDÍGENAS – Turma 2023

    Homologação Inscrições Mestrado Turma 2023

    Resultado Avaliação Projetos de Pesquisa  ME turma 2023

    Cronograma de Arguições  ME 2023

    Resultado Etapa de Arguição de Dossiês ME 2023

     

    Doutorado:

    EDITAL 06 DO Ampla Concorrência – Turma 2023

    EDITAL 07 DO AA Negres – Turma 2023 

    EDITAL 08 DO AA Indígenas – Turma 2023

    Homologação Retificada Inscrições Doutorado Turma 2023

    Resultado Avaliação dos Projetos  Seleção Doutorado turma 2023

    Cronograma Arguições DO 2023

    Resultado Etapa de Arguição de Dossiês DO 2023

     

    Atenção!

    A cada etapa do processo seletivo será garantido às pessoas inscritas o direito de interposição de recurso à Comissão de Seleção, por escrito, de forma motivada e justificada, em até 24 horas após a divulgação do resultado de cada etapa, tendo a Comissão até 48 horas a partir do recebimento do recurso para se pronunciar. Ver Edital.

    Não é necessário o próprio candidato incluir o número de inscrição na folha de rosto do projeto. No corpo do projeto não deve constar menção à autoria do mesmo. Qualquer referência no Projeto aos trabalhos anteriores deverá ser nomeada como AUTOR/A, não pelo nome do/a candidato/a. Referência a orientador/a deve seguir o mesmo padrão, sendo utilizado ORIENTADOR/A. Outros elementos identificadores devem ser omitidos, como instituição de formação ou de atuação profissional, que devem constar como INSTITUIÇÃO. Os candidatos que identificarem seus projetos nominalmente serão desclassificados.


  • Nota de repúdio aos ataques à aluna e liderança indígena Joziléia Daniza Jagso Schild Kaingang

    Publicado em 25/11/2022 às 07:42

    O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC) repudia os ataques feitos a sua aluna do doutorado e reconhecida liderança indígena Joziléia Daniza Jagso Schild Kaingang, os quais questionam e colocam em dúvida seu pertencimento étnico, assim como a legitimidade de sua participação na COP27, no Egito, enquanto indígena.

    Joziléia Schild Kaingang, mulher Indígena Kaigang, importante liderança política de seu povo, aluna do doutorado em Antropologia, apresenta uma longa e sólida trajetória em defesa da ancestralidade Kaingang, dos seus direitos territoriais e de acesso à saúde e educação, de um mundo de equidade e com respeito às diferenças e de justiça aos povos originários, sobretudo em seu protagonismo na articulação das mulheres Indígenas do Brasil. Joziléia é cofundadora e uma das coordenadoras da Articulação Nacional da Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), assim como assessora projetos do Conselho de Missão entre Povos Indígenas (COMIN), vinculado à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB).

    Argumentos estereotipados, de caráter racistas e misóginos, têm sido recorrentemente usados para deslegitimar mulheres indígenas, justamente pela projeção que Joziléia, dentre tantas  outras mulheres, têm alcançado em sua larga e destacada luta pelos direitos dos povos indígenas.

    O direito dos povos indígenas é garantido pela Constituição brasileira, assim como a luta pelo reconhecimento pleno desses direitos.  Repudiamos todo e qualquer ato que busque cercear esses direitos, assim como condenamos os recorrentes atos de violência contra os povos indígenas, suas identidades e seus territórios.

    Expressamos nossa incondicional solidariedade à Joziléia Daniza Jagso Schild Kaingang, importante liderança indígena, e aluna extraordinária do PPGAS/UFSC.

     


  • Moçambique-Brasil: Diálogos pela Arte

    Publicado em 16/11/2022 às 12:56

    Interessades em acompanhar on-line devem solicitar inscrição no e-mail pa423867@gmail.com para receber o link.


  • Patrimônio e Cidade em Debate

    Publicado em 16/11/2022 às 09:11


  • Interlúdio PPGAS

    Publicado em 04/11/2022 às 13:01


  • Minicurso “Etnografia na Antropologia e Apuração no Jornalismo: Tempos, Métodos e Experiências de Interpretação do Espaço Urbano”

    Publicado em 01/11/2022 às 10:52

    O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC oferece nos dias 17, 18 e 25 de novembro, das 9 horas às 12 horas, o minicurso “Etnografia na Antropologia e Apuração no Jornalismo: Tempos, Métodos e Experiências de Interpretação do Espaço Urbano”. O minicurso, presencial e com uma saída de campo no centro de Florianópolis, é direcionado a antropólogos, jornalistas, geógrafos, historiadores, arquitetos e estudantes de graduação e de pós-graduação nessas áreas. O objetivo é apresentar métodos e experiências de interpretação do espaço urbano na perspectiva da Antropologia Urbana e do Jornalismo. A coordenação é da professora e doutora em Antropologia Social Viviane Vedana, com participação da jornalista e doutora em Jornalismo, Míriam Santini de Abreu, e da jornalista e mestre e doutoranda em Antropologia Social, Priscila Oliveira dos Anjos. O curso será na Sala 110 do Departamento de Antropologia da UFSC (1º andar do Bloco D do CFH). A inscrição é gratuita e pelo link abaixo até o dia 10 de novembro.

    Acesse: https://docs.google.com/forms/d/1twJCBAmihOvKh6ai6qB_7Bs8cZWpkj21HOejpYCSJXE/edit

    Programa
    1-A etnografia na Antropologia – professora e doutora em Antropologia Social Viviane Vedana (docente no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC)

    2-A apuração no Jornalismo: jornalista e doutora em Jornalismo Míriam Santini de Abreu (http://lattes.cnpq.br/3973120550917998) e jornalista e mestre e doutoranda em Antropologia Social Priscila Oliveira dos Anjos (http://lattes.cnpq.br/1426370358944662)

    3-Análise de trabalhos etnográficos e jornalísticos sobre a Avenida Hercílio Luz, no Centro de Florianópolis (SC)

    4-Saída de campo (Avenida Hercílio Luz e entorno)

    5-Avaliação de materiais produzidos na saída de campo

    Certificado
    Os inscritos que preencherem satisfatoriamente os quesitos frequência e aproveitamento terão direito a certificado pela UFSC

    Referências bibliográficas:

    ABREU, Míriam Santini de. A experiência urbana no jornalismo independente: entre conceitos e práticas. Cadernos Naui: Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural, Florianópolis, v. 11, n. 20, p. 30-49, janjun 2022. Semestral. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/235223/A%20experiencia%20urbana%20no%20jornalismo%20independente%20entre%20conceitos%20e%20pr%c3%a1ticas.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 23/09/2022.

    ANJOS, Priscila Oliveira dos. Próxima parada: Monte Serrat. O itinerário da recente história do Transporte Coletivo na comunidade mais populosa do Maciço do Morro da Cruz. Trabalho de conclusão de curso em Jornalismo. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/164642/Site.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 23/09/2022.

    BALANÇO GERAL FLORIANÓPOLIS. Avenida Hercílio Luz resgata a história de Florianópolis. ND+. 11 Jul. 2019. Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/avenida-hercilio-luz-resgata-a-historia-de-florianopolis/. Acesso em: 23/09/2022.

    CAMPOS, Rafael Alves de.; DONATO, Larissa. No caminho dos tigres: retrato de um rio e sua relevância como espaço público para a população negra de Florianópolis-SC. Conflitos e conquistas do passado e do presente. In: Jornadas Antropológicas do Programa de Pós-graduação em antropologia Social (PPGAS), Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, 2019.

    CULLETON, Billy. Um século da Avenida Hercílio Luz em imagens – Do Rio da Bulha à canalização e cobertura total. Portal Floripa Centro. 11 jul. 2019. Disponível em https://floripacentro.com.br/um-seculo-da-avenida-hercilio-luz-em-imagens-do-rio-da-bulha-a-canalizacao-e-cobertura-total/. Acesso em: 23/09/2022.

    ECKERT, Cornelia e ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Etnografia de e na rua. estudo de antropologia urbana. In. ECKERT, Cornelia e ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Etnografia de rua: estudos de antropologia urbana. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2013. p. 21-46.

    SCHMITZ, Paulo Clóvis. Avenida Hercílio Luz, o mundo peculiar do paredão. ND+. 31 mar. 2012. Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/avenida-hercilio-luz-o-mundo-peculiar-do-paredao/ Acesso em: 23/09/2022.

    SCHMITZ, Paulo Clóvis. Ocupação da Hercílio Luz coloca moradores e frequentadores de bares em lados opostos. ND+. 24 fev. 2018. Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/ocupacao-da-hercilio-luz-coloca-moradores-e-frequentadores-de-bares-em-lados-opostos/ . Acesso em: 23/09/2022.

    VEDANA, Viviane. Mercados de rua e ambiência de fruição estética: estudo de etnografia de rua. In. ECKERT, Cornelia e ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. Etnografia de rua: estudos de antropologia urbana. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2013. p. 147-172.


  • Nota de Falecimento egressa Victória Regina dos Santos

    Publicado em 24/10/2022 às 12:23

    É com grande tristeza que o PPGAS informa o falecimento de sua aluna egressa de mestrado e pesquisadora associada do LEVIS, Victória Regina dos Santos, na noite de 22 de outubro de 2022, vítima de um câncer fulminante de pulmão. Victória era muito querida e estimada por colegas e professoras pois era uma grande articuladora entre pessoas e diferentes mundos. Sempre de bom humor, generosa e atenta a todos que a rodeavam, foi uma aluna ativa no curso e na ampliação de campos de atuação da antropologia, bem como no fortalecimento dos núcleos de pesquisa. Na fotografia, está com sua turma de mestrado do PPGAS.

    Formada em Psicologia na UFSC e servidora concursada na Polícia Civil de Santa Catarina, foi uma das pioneiras no combate às violências de gênero em sua atuação na DEAM – Delegacia Especializada em Atendimento às Mulheres de Florianópolis. Também lecionou na ACADEPOL – Academia de Polícia. Sua dissertação: “Práticas policiais nas delegacias de proteção à mulher de Joinville e Florianópolis”, foi orientada pelo Prof. Theophilos Rifiotis e defendida em 2001, um trabalho pioneiro sobre o tema e que se mantém importante referência nesse campo de estudos. Por meio de sua atuação como psicóloga policial e antropóloga, contribuiu para a consolidação de boas práticas no atendimento a mulheres em situação de violência. Victória foi uma das primeiras estudantes negras do PPGAS e, como oriunda da comunidade do Morro da Caixa, articulou professoras e estudantes com a Escola de Samba Embaixada Copa Lord, na qual foi membro da diretoria. Deixa as filhas Paula e Beatriz, patinadoras medalhistas que muito contaram com o incentivo e apoio da mãe para chegarem ao pódio.

    A família convida para a despedida no dia de hoje, 24/10/2022, no Cemitério Vaticano, em Forquilhas (R. Antônio Jovita Duarte, 9203 – Forquilhas, São José – SC, 88107-100), das 14h às 17h, horário em que ocorrerá a Cerimônia de Homenagem e pede que os participantes vistam roupa branca ou clara.


  • Nota de Apoio à Professora Maria Elisa Máximo

    Publicado em 21/10/2022 às 08:03

    O Programa de Pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC), vem a público manifestar seu irrestrito apoio à Profa. Dra. Maria Elisa Máximo, demitida do IELUSC-Joinville em razão de uma manifestação em suas redes sociais privadas, realizada fora do expediente de pedagógico, numa mensagem de caráter estritamente pessoal e sem qualquer vínculo com a instituição. A demissão da Profa. Máximo pelo IELUSC-Joinville configura um evidente cerceamento da liberdade de expressão e até mesmo uma perseguição política.

    Queremos destacar que se trata de uma professora e pesquisadora reconhecida nacionalmente como especialista nos estudos sobre a internet, com larga trajetória de pesquisa e altamente engajada na formação de recursos humanos. Ela é pesquisadora ativa desde a fundação do GrupCiber (Grupo de Pesquisa em Cibercultura) do PPGAS/UFSC, um grupo pioneiro no Brasil, e seus trabalhos são referenciais para os estudos nesse campo.

    Maria Elisa Máximo tem uma trajetória acadêmica fundamentalmente dedicada ao desenvolvimento do IELUSC-Joinville, ocupando cargos administrativos e ampliando as parcerias da instituição, além de ser uma professora altamente envolvida com o ensino, a pesquisa e a orientação de estudantes.

    Consideramos assim que a demissão da Profa. Dra. Maria Elisa Máximo pelas razões alegadas pelo IELUSC-Joinville configura cerceamento da liberdade de expressão e tentativa de controle sobre docentes. Uma decisão estranha à missão pedagógica e formadora de uma instituição de ensino.

    Nota de Repúdio à perseguição política e profissional sofrida pela professora Maria Elisa Máximo e sua família, em Joinville/SC