Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – Mestrado / Doutorado / Pós-Doutorado
  • Disciplinas 2026.1

    Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
    08-12hs ANT510123 Tópico Especial: Antropologia e Patrimônio Cultural

    (4 cr)

    Profa. Alicia Castells

    sala 308

    ANT3111004 Organização Social e Parentesco

    (4 cr)

    Prof. Márnio Teixeira-Pinto

    sala de reuniões bloco E-anexo/CFH

    14-18hs ANT510170 Tópicos Especiais em Antropologia VI: Antropologia do mar e da pesca

    (04 créditos)

    Prof. Gabriel Coutinho Barbosa

    sala 321 CFH

    ANT510165 Tópicos Especiais em Antropologia IV: Ecologia da Mente

    (2 cr)

    Profa. Leticia Cesarino

    sala 323 CFH

    (inicia em junho)

    ANT510168 Tópicos Especiais em Antropologia V: Abordagens sócio antropológicas contemporâneas das saúdes e naturezas

    (4 cr)

    Profa. Andrea Mastrangelo e Profa. Márcia Grisotti

    sala 306 CFH

    DISCIPLINA CANCELADA

    ANT510181 Tópicos Especiais em Antropologia XII: Antropologia e Som

    (02 cr)

    Profa. Maria Eugenia Dominguez

    sala 303 CFH

    18-22hs ANT510176 Tópicos Especiais em Antropologia IX: África: os períodos colonial e pós-colonial

    (4 cr)

    Prof. Bruno Reinhardt

    sala 323 CFH

     

     

     

    ANT410138 Métodos e Técnicas de Pesquisa em Antropologia

    (4 cr)

    Profa. Miriam Hartung

    sala 332 CFH

     

    *disciplina restrita a alunos regulares do PPGAS

    ANT3001000 História da Antropologia

    (4 cr)

    Prof. João Rivelino Barreto

    sala 329 CFH

     

    *disciplina restrita a alunos regulares do PPGAS

    ANT4102004 Seminários Avançados em Teoria Antropológica I

    (4 cr)

    Profa. Antonella Tassinari

    sala 316 CFH

     

    *disciplina restrita a alunos regulares do PPGAS

    ANT510165 Tópicos Especiais em Antropologia IV: Ecologia da Mente

    (2 cr)

    Profa. Leticia Cesarino

    sala 323 CFH

    (inicia em junho)

    ATENÇÃO: A disciplina Tópicos Especiais em Antropologia XII: Antropologia e Som, com a Profa. Maria Eugenia, foi CANCELADA.

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  • Chamada de Apoio à Participação em Eventos – Discentes e Docentes 2026

    Esta é uma primeira chamada para que discentes e docentes informem ao PPGAS sua intenção de participação em eventos a partir de 01 de junho de 2026. Estas informações servirão para organização e planejamento da comissão de gestão em relação a aplicação do recurso para este fim.

    * Atenção: Prazo para envio da solicitação documentada: 31 de julho de 2026
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  • Tese defendida no PPGAS faz etnografia de grupos de teatro e políticas culturais

    “É limitação e possibilidade”: uma etnografia sobre os grupos teatrais e as políticas culturais na cidade de São Paulo no contexto neoliberal. Este foi o tema da tese defendida essa semana no PPGAS/UFSC pelo pesquisador João Rodrigo Martins, que é orientado pela professora Sônia Weidner Maluf, coordenadora do INCT Brasil Plural. A tese foi aprovada com destaque à qualidade, originalidade e densidade analítica e conceitual e recomendada para publicação.

    Ao longo da investigação, a pesquisa buscou responder a perguntas como: que sentido os artistas atribuem ao trabalho teatral? O que a política cultural faz e o que os sujeitos fazem com ela? Qual é o impacto do neoliberalismo no segmento teatral? Ao final, esboçam-se questões centrais para a transformação do paradigma das políticas culturais. Realizada entre 2022 e 2025, a pesquisa foi financiada pelo CNPq e contou com o apoio do INCT Brasil Plural para a realização do trabalho de campo.

    João Martins defendeu o doutorado no dia 25 de maio no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, em Florianópolis. Fizeram parte da banca as professoras Sônia Weidner Maluf (UFSC), como orientadora e presidente, e Maria Eugênia Dominguez (UFSC), como examinadora interna; e os professores Guilhermo André Aderaldo (UNESP) e Judson Forlan Cabral (PUC/SP) como examinadores externos.


  • Documentário Farinhar é exibido na sede do Iphan em Florianópolis

    O documentário Farinhar, produzido pelos pesquisadores do NAUI/PPGAS/IBP e pelo Rancho Cultural foi exibido sexta-feira, 15 de maio, na sede do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), em Florianópolis. A produção faz parte do dossiê de registro dos “Saberes e práticas tradicionais associados aos engenhos de farinha de mandioca de Santa Catarina” como patrimônio cultural nacional.  O bem foi inscrito no Livro dos Saberes, após aprovação pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em 11 de março deste ano. Também foi distribuído o foto-livro “Farinhar”, produto da pesquisa e do audiovisual.

    O evento foi aberto ao público e contou com a presença da superintendente do Iphan em Santa Catarina, Regina Helena Santiago, de detentores das práticas de engenhos como o Indaiá e Andrade. A coordenadora do NAUI, Alícia Castells (PPGAS/UFSC), falou sobre o projeto e avaliou o evento com um excelente retorno e reconhecimento do Iphan e dos detentores, que participaram da exibição do filme, e do público em geral. Os diretores do filme Carolina Maciel de Arruda e Artur Hugo da Rosa, do Rancho Cultural, também estiveram no evento e falaram sobre o processo de filmagem.

    O Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) realizou pesquisa durante mais de dois anos sobre as práticas nos engenhos de farinha e produziu o dossiê, audiovisuais e fotos que embasaram o processo do IPHAN. No dia 24 de maio, o documentário “Farinhar” será exibido também em Imbituba para a entrega dos certificados de registro e roda de conversa com o presidente do Iphan e a diretora de patrimônio imaterial. Também vão participar do evento os pesquisadores do NAUI.


  • Tese do PPGAS sobre burnout em empresas de tecnologia vence prêmio da VI RAS

    A tese de doutorado da antropóloga Virgínia Squizani Rodrigues vence o III Prêmio Tabita Bentes dos Santos na VI Reunião de Antropologia da Saúde, em Porto Alegre. Com o título “Boom and burst”: Como os trabalhadores de startups brasileiras vivenciam os efeitos do capitalismo tardio em seus próprios corpos”, a pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC e cotutela com o Programa de Sciences Sociales – Sociologia da Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Virgínia Rodrigues foi orientada pelos professores Viviane Vedana (PPGAS/UFSC e INCT Brasil Plural) e Marc Loriol (Paris 1) e coorientada pela professora Letícia Cesarino (PPGAS/UFSC).

    A pesquisadora questiona e analisa porque trabalhadores de startups, que dizem amar seu trabalho, também sofrem de burnout. Fundamentada em cinco anos de trabalho etnográfico junto ao setor de startups de Florianópolis, a tese argumenta que o burnout não deve ser reduzido a uma condição individual ou clínica, já que se trata de um fenômeno processual, socialmente situado. Além disso, investiga como os imperativos econômicos do crescimento rápido – impulsionados pelo capital de risco – interagem com as culturas organizacionais das startups e as experiências subjetivas dos trabalhadores.

    A pesquisa contribui para debates mais amplos na sociologia e antropologia do trabalho, bem como nas áreas de saúde e saúde mental, mostrando como o burnout funciona tanto como uma experiência vivida quanto como uma lente por meio da qual os trabalhadores interpretam e verbalizam as contradições do capitalismo contemporâneo.

    A tese pode ser acessada no repositório da UFSC.


  • Chamada de apoio a eventos e pesquisa de campo

    Chamada de apoio a eventos e pesquisa de campo

    Prezades

    Estamos fechando o exercício do recurso 2025/2026. Temos um saldo que pode apoiar com 1 ou 2 diárias (a depender da quantidade de pedidos) atividades de pesquisa de campo ou apresentação de trabalho em eventos, realizados apenas em 2026 e até 10 de maio 2026. A documentação necessária deve ser enviada para ppgas@ufsc.br.

    O pagamento é apenas por reembolso – informar dados bancários completos

    – enviar no caso de apresentação de trabalho o certificado do evento e notas de gastos (alimentação, hospedagem) constando CPF de discente comprovando a estadia no local do evento. Sem o certificado não é possível pagar o reembolso.

    – enviar no caso de pesquisa de campo relatório de atividades de pesquisa, com notas de gastos (alimentação, hospedagem) constando CPF de discente comprovando a estadia no local da pesquisa. A pesquisa de campo deve ser pelo menos 100km distante da UFSC.

     


  • PPGAS/UFSC concede prêmios de melhor tese e melhor dissertação Edição 2026

    Foram premiadas pela Programa de Pós-graduação em Antropologia duas teses e duas dissertações defendidas no PPGAS no ano passado.

     

    PRÊMIO PPGAS DE TESE – Edição 2026

    Virgínia Squizani Rodrigues – !”Boom and Burst#: Como os trabalhadores de startups brasileiras vivenciam os efeitos do capitalismo tardio em seus próprios corpos”.
    Orientadora: Profa. Viviane Vedana; Co-orientadora: Profa. Letícia Cesarino; Orientador em Co-Tutela: Prof. Dr. Marc Loriol

    Thiago da Silva Santana – “Fazendo-rios: masculinidades quilombolas entre territórios e cuidados”. Orientadora: Profa. Vânia Zikan Cardoso

     

    PRÊMIO PPGAS DE DISSERTACÃO – Edição 2026

    Guilherme Henrique Vasconcellos Leonel – “Entre nós já existe pão e sal: memória e técnica em restaurantes árabes da cidade de Florianópolis”
    Orientadora: Profa. Dra. Viviane Vedana

    Jo Pedro Klinkerfus – “Melhor que filme de ação: uma etnografia do canal de YouTube da Polícia Militar de Santa Catarina”
    Orientadora: Profa. Dra. Flávia Medeiros.


  • PPGAS realiza aula inaugural de 2026 com o antropólogo Uirá Garcia

    O PPGAS realizou no dia 25, quarta, a aula inaugural deste ano com o antropólogo Uirá Garcia, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Uirá veio à Florianópolis e falou sobre “A vida dos animais: coexistência e confluência nas práticas indígenas de conservação”. Citando a obra homônima do escritor sul-africano J.M. Coetzee, “A vida dos animais”, o professor tratou da relação construída com animais pelos indígenas Awá-Guajá, do Maranhão, com quem ele tem longa pesquisa e que resultou no livro “Crônicas de Caça e Criação”.

    Na aula inaugural do PPGAS, Uirá reflete sobre conceitos como confluência e coexistência para mostrar como as relações entre indígenas e animais são fundamentais, mas questionar a ideia de que elas são simplesmente ‘harmônicas’. Ao apresentar suas análises, o professor mostrou também imagens que ele mesmo produziu em pesquisas de campo e que apresentam momentos da relação entre os Awá e animais.

    Uirá apresentou então três aspectos que norteariam a apresentação. “O primeiro é a minha experiência na etnologia indígena amazônica e, mais recentemente, num debate sobre ecologias, formas indígenas de conservação e temas como etnografias multiespécies”. O segundo elemento destacado foi a parceria do grupo indígena com o qual realiza pesquisas no Maranhão. “A minha parceria de pesquisa com o Awá-Guajá. Uma parceria técnica e política, digamos assim, pensando em instrumentos de proteção do território, cursos de formação etc”. E um terceiro elemento da apresentação também incluiu a reflexão da própria trajetória dentro do campo acadêmico na Antropologia. “Uma reflexão de como eu, um acadêmico negro, me movo em um campo de estudo cuja ausência de pesquisadores negros e negras é bastante conhecido, que é a etnologia indígena”.

    Na quinta, dia 26, o CANOA recebeu o antropólogo Uirá Garcia para uma reunião aberta com os pesquisadores do grupo, que puderam conversar mais de perto com o professor sobre a sua pesquisa e temas que tem desenvolvido recentemente. A conversa contou com a presença de outros pesquisadores do PPGAS também.


  • Bolsas implementadas e em implementação

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  • Ata da comissão de gestão – implementação de bolsas

    Conforme reunião da comissão de gestão, tivemos os seguintes critérios para implementação de bolsas descritos em ata: ata_gestao_marc_o_assinado