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Paisagens Ferais no Brasil Meridional. Encontro do CANOA UFSC com o Prof. Caetano Sordi
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Edital de Auxílio a Campo – 2022
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Aula Inaugural – quarta-feira 13 de abril de 2022
Ciclo de conversas
TRANSFLUÊNCIAS: SABERES ANCESTRAIS EM VOZES FEMININASQuarta-feira, 13 de abril, das 19h às 21h
Com Márcia Wayna Kambeba e Sandra Ara BenitesLink do youtube: https://www.youtube.com/watch?v=wINK48wOhmEAula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET) e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em cooperação com o Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida (São Paulo)
Mulheres indígenas engajadas na criação cultural de seus povos se encontram para dialogar sobre desafios da interculturalidade e questões de gênero, bem como sobre tradução e circulação de valores ancestrais em sociedades capitalistas. Resultante de uma cooperação entre o Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida e o Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o ciclo de conversas se oferece como um espaço de escuta e visibiliza a contribuição das intervenções femininas em defesa dos direitos indígenas.
Márcia Kambeba é geógrafa, poeta/escritora literomusical e primeira mulher indígena na prefeitura de Belém. Sandra Benites é antropóloga, professora e primeira curadora indígena no MASP.
Evelyn Schuler Zea, organizadora e mediadora do ciclo Transfluências, é antropóloga e professora dos programas de pós-graduação em Antropologia Social e em Estudos da Tradução da UFSC.
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Convite para Defesa de Dissertação de Mestrado
Link para acesso: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-virtual-defesa-dissertacao-de-alana-verani-ppgasufsc
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Convite para Defesa de Dissertação de Mestrado
Link para acesso: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/banca-de-defesa-de-dissertacao-tatiana-lopes
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Nota do Colegiado
Florianópolis, 3 de fevereiro de 2022.
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC) tem história e tradição marcadas pelo compromisso ético-político com povos indígenas, populações tradicionais e grupos sociais minoritários. Neste sentido, só podemos reiterar nossa posição da defesa intransigente da demarcação dos territórios indígenas disposta na Constituição Federal de 1988. Ao mesmo tempo, reconhecemos o valor e apoiamos a luta dos povos indígenas pela defesa de seus direitos diante das violências seculares que promovem o genocídio indígena, desde o processo de invasão, ocupação e colonização do continente, e que hoje se concretizam através de políticas desenvolvimentistas, de apoio ao agronegócio e à exploração inconsequente de recursos naturais, tais como tem sido levadas a cabo pelo estado brasileiro ao longo de sua história.
Reforçamos também que o PPGAS se orienta pelo rigor acadêmico em sua atuação, o que se reflete na produção qualificada de seus integrantes, transmitindo ao corpo discente o compromisso com os princípios éticos da antropologia para que, sob o escrutínio perene da comunidade acadêmica e profissional, ocupem e desempenhem importantes funções em instituições nacionais e internacionais de pesquisa, ensino e na atuação junto às diversas populações e grupos sociais com que interagem e colaboram.
Deste modo, esclarecemos que declarações verbais ou escritas, postagens e opiniões em redes sociais, canais virtuais e veículos de mídia expressas por membros do seu corpo discente, não submetidas à avaliação do seu corpo docente, não representam de forma alguma a posição do PPGAS. De mesmo modo, repudiamos quaisquer falseamentos de dados científicos que venham a ser publicamente atribuídos ao PPGAS, uma vez que não refletem a posição dos pesquisadores que atuam no programa.
Demandas e denúncias externas encaminhadas à sua coordenação, e já amplamente debatidas em seu colegiado, poderão oportunamente ser direcionadas a uma comissão ad hoc que venha a analisar quais alternativas institucionais e acadêmicas são passíveis de acionamento pelo programa, inclusive se for o caso, disciplinares, em diálogo com as pessoas envolvidas, e em cada caso em específico.
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Seminário “Cidade e cidadania indígena: experiências de crianças indígenas em múltiplos espaços”
O seminário “Cidade e cidadania indígena II: experiências de crianças indígenas em múltiplos espaços” terá como foco a presença das crianças indígenas na vida citadina, considerando seus vínculos com a família, com o território, e as situações de aprendizagem envolvidas nos percursos e experiências na cidade. A ideia é promover e divulgar maior entendimento de que os espaços urbanos compreendem uma parte fundamental da territorialidade indígena, questão fundamental quando consideradas as discussões e formulações das políticas públicas governamentais (nas esferas municipais, estaduais e federais) que visem a garantia e o respeito aos seus direitos quando da permanência nas cidades para comercialização de seus artesanatos.
Vamos ter um primeiro bloco com uma discussão mais centrada na educação e formação das crianças em múltiplos espaços, escutando lideranças e educadores/as, pais e mães, dos povos Guarani, Kaingang e Xokleng. Num segundo bloco vamos escutar representantes do poder público, MPF, Conselho Tutelar e advogados, buscando soluções para a garantia de experiências mais dignas dos indígenas no contexto urbano.
Link da transmissão programada no YouTube: https://youtu.be/4QXSa9Cs_g8
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Jornadas Antropológicas: entre precariedades e estratégias de r(e)existências: imaginar é preciso
https://www.even3.com.br/jornadasufsc2021/
O evento Jornadas Antropológicas é um movimento com periodicidade bienal promovido integralmente por estudantes do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem como objetivo a promoção de diálogos acadêmicos e científicos, trocas de experiências e construção de conhecimentos entre estudantes deste programa de pós-graduação com profissionais da antropologia das mais diversas universidades do país e de outros países, bem como, entre corpo discente e docente do PPGAS, incluindo ainda estudantes de graduação dos cursos de antropologia e ciências sociais desta mesma universidade.
As Jornadas Antropológicas 2021 apresentam como temática principal o incentivo a imaginar novos modos de existir, conforme apontado no título: “Jornadas Antropológicas: entre precariedades e estratégias de r(e)existências: imaginar é preciso”.
Considerando a crise humanitária global em que vivemos, relacionada à pandemia de Covid-19, potencializada pela crise social e pela destruição ambiental, pensar em novos mundos que questionem o colonialismo e a exploração capitalista neoliberal é crucial para a busca de outros modos de vida possíveis.
Tendo por inspiração as obras de Ailton Krenak (2019 e 2020) e, principalmente do livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, a temática deste ano propõe a importância de transformação social através dos exercícios de imaginação e criação de novas formas de relações sociais calcadas em cosmopercepções que valorizem as ações coletivas como forma de superação das crises atuais.
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Convite para Banca de Defesa de Tese
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PROCESSO SELETIVO MESTRADO E DOUTORADO / INGRESSO 2022
RESULTADO FINAL:
Lista classificação final Mestrado
Lista classificação final Doutorado
ARGUIÇÃO DOS DOSSIÊS:
AVALIAÇÃO DOS PROJETOS E CRONOGRAMA DE ARGUIÇÕES:
Seleção de Mestrado turma 2022 – Resultado da avaliação de projetos
Seleção de Mestrado turma 2022 – Cronograma de arguições
Seleção de Doutorado turma 2022 – Resultado da avaliação de projetos
Seleção de Doutorado turma 2022 – Cronograma de arguições
HOMOLOGAÇÃO:
Homologação Inscrições Mestrado – Turma 2022 (retificado)
Homologação Inscrições Doutorado – Turma 2022 (retificado)
EDITAIS:
Doutorado:
Edital 1 Doutorado Universal turma 2022
Edital 2 Doutorado AA Indígenas turma 2022
Edital 3 Doutorado AA Negres turma 2022
Mestrado:
Edital 4 Mestrado Universal turma 2022
Edital 5 Mestrado AA Negres turma 2022
Edital 6 Mestrado AA indígena turma 2022
OBS: A identificação da autoria do projeto será feita pelo PPGAS, através do número de inscrição gerado no sistema CAPG. Não é necessário informar o número de inscrição no corpo do projeto.







