Seminário: Crianças, Diversidade e Políticas Públicas –> Dias 4 e 5/12.

25/11/2014 16:48
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Dias 4 e 5/12, quinta e sexta-feira desta semana, na Sala Silvio Coelho dos Santos.

O Seminário Crianças, Diversidade e Políticas Públicas é realizado pelo Núcleo de Estudos de Populações Indígenas (NEPI) com apoio do IBP e PPGAS e visa discutir as contribuições recentes da Antropologia da Criança para refletir sobre as políticas públicas voltadas à infância.
A programação inclui a palestra da Profa.Flávia Pires, o lançamento da coletânea Educação, Diversidade e Infância: Reflexões Antropológicas”, um ateliê de pesquisas com os discentes do PPGAS e a defesa de tese de Emilene Leite de Sousa, a respeito das crianças Capuxu, povo camponês endogâmico do sertão da Paraíba.

Exposição VER PEIXE: ritmos e panoramas na pesca da tainha –> de 23 de outubro a 20 de novembro, no MArquE – UFSC

21/10/2014 09:53
23/10/2014 a 20/11/2014 – 9:00h às 19:00h
Abertura da Exposição: 23/10/2014 – 17:00h
Sala Elizabeth Pavan Cascaes – Museu MArquE – UFSC
Campus  Universitário – Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral – 3º andar – Trindade – Florianópolis – SC
 
A Atualidade da Pesca da Tainha nas praias de Florianópolis
A praia é um espaço entre a subida e a descida da maré. Movimento instável que envolve muitos agentes, promovendo permanências e transformações na paisagem litorânea. O litoral é parte da paisagem e ao mesmo tempo seu limite. Nas praias de Santa Catarina, como em todo o litoral sul do Brasil, há uma constância da presença de certos atores nos meses de maio a julho. Todos os anos é vivida a época da tainha, movimentando muitas temporalidades. As sutilezas que envolvem o conhecimento dessa época retornam nas formas de engajamento no ambiente marinho que praticam os camaradas da pesca. As tainhas são percebidas em movimento. É à corrida das tainhas que os pescadores estão atentos. Sua corrida envolve seu agrupamento em grandes coletivos, nas alternâncias entre as frias correntezas que vem do sul e aquilo que interrompe a corrida, a entrada das tainhas com as correntezas de norte e nordeste que as aproximam dos costões, praias e estuários.

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