O Ciclo de Palestras do PPGAS convida para a palestra
“Os objetos e a produção de corporalidades e lugares nas narrativas de atingidos pelo desastre radioativo de Goiânia”
Palestrante: Profa. Dra. Telma Camargo da Silva (UFG, Pós-Doutorado PPGAS-UFSC)
Data: 3 de dezembro de 2013 (terça-feira)
Horário: 16h00
Local: Sala dos Conselhos, térreo da Reitoria
A doutoranda do PPGAS, Cinthia C. da Rocha, orientanda do Prof. Dr. Márnio Teixeira-Pinto, foi agraciada no último sábado (23/11) com um dos prêmios de melhor filme no júri oficial do 2° Festival Audiovisual Catarinense (FAÇA) com o filme Mbyá Rekó Pyguá, a luz das palavras.
Produzido em conjunto com os Mbyá Guarani da Aldeia de M’biguaçu (SC), a película retrata os modos, processos, encontros e desencontros da educação indígena, levada a termo sob a ótica da “espiritualidade”. O FAÇA circulou por cidades catarinenses (Blumenau, Chapecó, Lages e Florianópolis) ao longo deste mês de novembro e, irá distribuir 1.500 DVD’s com os filmes premiados para as bibliotecas do Estado.
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A violência contra a mulher é uma questão social e de saúde pública que revela formas de discriminação de gênero, desrespeito à cidadania e aos direitos humanos fundamentais. O dia 25 de Novembro, “Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres“, comemora uma data de muita importância para quem luta contra os tipos de violências cotidianas que ocorrem com mulheres nos espaços públicos, privados e domésticos.
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O INCT Brasil Plural recebe neste mês de novembro quatro pesquisadores renomados na área de Antropologia da Saúde da América Latina como parte dos Encontros da Rede de Pesquisa Saúde: práticas locais, experiências e políticas públicas. Nos dias 7 e 8 de novembro, os convidados são os professores Eduardo Menéndez (CIESAS/México), Rosa Maria Osório (CIESAS/México) e Jesus Armando Haro (Programa de Salud y Sociedad, Colégio de Sonoro/México), que participam do Seminário de Antropologia da Saúde e de uma conversa com pesquisadores. Já o professor Hugo Portela (Universidad del Cauca/Colômbia) participa da segunda parte do seminário de Antropologia da Saúde, no dia 14 de novembro. MAIS
II Seminário Patrimônio Cultural e Museologia entre os dias 5 e 8/11/13
O Núcleo de Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural (NAUI) do PPGAS promove o II Seminário Patrimônio Cultural e Museologia, entre os dias 5 e 8 de novembro, no auditório do Centro de Ciências da Educação (CED), com apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS), do INCT Brasil Plural e do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade (PGAU-Cidade). Continue a leitura (cf. http://naui.ufsc.br/ )

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Convite para Ciclo de Palestras no PPGAS:
LÍNGUAS, TRADUÇÕES E NARRATIVAS AMERÍNDIAS
Palestrantes:
João Rivelino Rezende Barreto (UFAM)*
José Ribamar Bessa Freire (UERJ/UNIRIO)**
Data: quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Horário: 18h30
Local: Auditório do Museu Marque – CFH/UFSC.
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Acontece na UFSC, nos dias 29 e 30 de outubro, o IV Trans Day NIGS – Seminário Transfobia, Cidadania e Identidades Trans.
Serviço
IV Trans Day NIGS – Seminário Transfobia, Cidadania e Identidades Trans
Datas: 29 e 30 de outubro de 2013
Local: Auditório do CFH, UFSC, Florianópolis.
Programação e inscrições: http://www.trans-day-nigs-2013.com
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Mais informações: beatricegoncalves@gmail.com
Philippe Bourgois é Professor de Antropologia e Medicina da Família na University of Pennsylvania – EUA, fundador do Departamento de Antropologia, História e Medicina Social na Universidade da Califórnia. Considerado um defensor importante da antropologia médica crítica. Fez pesquisas de observação participante em uma rede social de usuários de heroína e de crack, sobreviventes das ruas do bairro Harlem, envolvendo comunidades de migrantes Porto-riquenhos em São Francisco.
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O colecionador de histórias miúdas – Machado de Assis e o jornal, de Jeana Laura da Cunha Santos
Este livro proporciona um encontro entre o jornalismo do passado e a complexidade contemporânea. Desvenda as sensações dos cronistas-flâneurs do final do século XIX, arautos do jornalista moderno, em sua busca pelas notícias nas ruas e becos cariocas onde elas aconteciam, espelhando-as com essa entrada do século XXI, quando as pessoas refugiam-se no interior de suas casas e recebem as informações pelas redes de comunicação eletrônicas sentadas em suas poltronas entre quatro paredes. O primeiro tempo é o da reinvenção da literatura, da crônica, da inauguração do jornal e do jornalista imerso na cidade, e o segundo, o da retirada para o abrigo, da informação no tempo real e do acúmulo de funções e de dispositivos, do profissional multimídia.
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