Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – Mestrado / Doutorado / Pós-Doutorado
  • Lançamento da Revista Ilha Volumes 13 e 14

    Publicado em 24/05/2013 às 20:04 (Atualizado em 08/10/2013 às 14:19)


  • A CPI da ignorância bem calculada

    Publicado em 21/05/2013 às 01:50 (Atualizado em 02/10/2013 às 11:56)

    A CPI da ignorância bem calculada.

     

     

    Um grupo de deputados federais, membros ao que parece da bancada ruralista, acaba de solicitar a criação de uma CPI que investigue o papel que a FUNAI, o INCRA, diversas ONGs e departamentos universitários desempenham na demarcação de terras indígenas e quilombolas. Sou professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina, que ganha um destaque especial nessas denúncias, e fui o orientador da tese de doutorado de Flávia Cristina de Melo, a antropóloga citada nesse documento.  São motivos suficientes para manifestar-me a respeito.

    Os nobres deputados passam revista à legislação que regula as terras indígenas e quilombolas; às ações de governo que as implementam, e às dos tribunais que dirimem os conflitos daí decorrentes, e reclamam de que, no meio desses três poderes, a Universidade, junto com essas outras entidades, exerça um outro poder (na opinião deles inadequado e fraudulento) que promove a proliferação dessas terras indígenas e quilombolas.

    A Universidade não é um poder da República, mas é a encarnação institucional do saber da República. Quanto ao tema em pauta, esse saber está bem estabelecido. Sabemos que a formação do Brasil impôs um pesado tributo sobre a sua população originária: guerra, integração forçosa, esbulho de suas terras. E recorreu também a um tráfico de seres humanos que, depois de servirem durante séculos ao agro-negócio da cana e do café e a todos os outros afazeres mais duros da economia, receberam uma liberdade formal, mas não um lugar desde donde exerce-la; esse é, se alguém não lembra, a origem da população negra brasileira.

    Esse é o passado, e para que a história possa seguir em termos mais pacíficos e mais justos -e, assim, mais realmente prósperos- a República tem adotado políticas  de reconhecimento e reparação, mais generosas agora do que foram no passado. Mesmo assim condicionadas a alguns requisitos que o documento dos deputados revisa:  uma história de resistência, posse permanente das terras nos últimos decênios, etc. A partir da Constituição de 1988, o contencioso histórico tem sido resolvido para muitos, não para todos. Não, precisamente, para os mais afetados pelos esbulhos que continuaram no último século, enxotando os índios -especialmente os Guarani- e os pequenos agricultores negros de um canto a outro de um território que ia sendo loteado e atribuído a outros proprietários, especialmente no sul do país.

    Os nobres deputados se escandalizam de que um 14% do território brasileiro seja destinado a grupos indígenas que representam um 0,30% da população, e pensam que isso é um obstáculo para o progresso do Brasil. Deveriam talvez se perguntar por quê a prosperidade do Canadá não está sendo ameaçada por ter destinado aos povos indígenas -pouco mais vultosos lá- um 40% do seu território. Quiçá seja porque a prosperidade de um país não está atrelada à celeridade com que se consomem suas terras e seus recursos naturais com destino a uma exportação lucrativa, e sim a um desenvolvimento digno de toda a sua população, e a uma administração criteriosa do seu meio ambiente. Devem saber que esse 14% é uma parte fundamental da floresta preservada no Brasil. Mas, é claro, os deputados devem fazer parte dessa ampla bancada que entende que também se reservou espaço demais para as matas e as beiras de rio; que a produção pode avançar sempre mais um pouco sobre elas, enquanto um milagre segura o solo e a umidade. Na Universidade sabe-se que esses milagres não existem.

    Os nobres deputados se inquietam porque algumas terras reivindicadas para índios e quilombolas tenham um alto valor produtivo ou venal -do qual parecem bem informados. Haverá algum propósito oculto nessas reivindicações? Deveriam lembrar que foi precisamente isso, o valor de suas terras, o motivo para que os mais fracos fossem uma e outra vez expulsos do lugar onde se encontravam há setenta, cem ou duzentos anos. Deveriam explicar também quão miserável deveria ser o valor de uma terra para que eles estimassem razoável destina-la aos seus donos originais, ou aos descendentes dos escravos.

    Os nobres deputados se preocupam, com muita razão, pela insegurança jurídica que causam as reivindicações de terras, especialmente para colonos que ocuparam lotes outrora indígenas. Mas  devem saber que injustiças não resolvidas sempre geram insegurança jurídica. Por isso mesmo há muito tempo, em lugar de hostilizar e resistir às iniciativas de instituições indigenistas, universidades e Ministério Público, deveriam ter tomado iniciativas próprias que não fossem, como sempre o foram, as de eliminar, de fato ou de direito, aquelas populações indígenas ou negras que eles só conseguem enxergar como empecilhos; que foram esteios da construção do país mas podem ser já tratadas como bananeira que deu cacho.

    O documento dos deputados não alude a essa suspeita, sempre presente em CPIs desse teor, de que as terras indígenas ameacem a soberania nacional, já que com freqüência se situam nas fronteiras do país. Mas talvez não tardará em aparecer também esse bordão, que é uma amostra de malícia ou de ignorância culpável: esses territórios estão nas fronteiras porque as fronteiras foram garantidas pela presença indígena. O caso mais conspícuo pode ser o do Amapá, onde a diplomacia brasileira ganhou uma extensa faixa de terras à Caiena francesa fazendo reconhecer como brasileiros os índios que lá moravam -embora então, como ainda agora, esse índios falassem francês… Os índios tantas vezes acusados de comprometer a soberania são os mesmos que durante séculos, antes mesmo da Independência, foram definidos como “muralhas dos sertões”, a proteger o espaço que viria a ser o do Brasil, e que o continuam a fazer, integrando em grande número os batalhões de selva do exército brasileiro. Bem longe da Amazônia, os deputados também se preocupam com fronteiras: pretendem que os índios Guarani que reivindicam terras no sul do país são, na verdade, argentinos ou paraguaios; o que parece inconteste é que são povos privados de cidadania sobre cujo território foram traçados, sem a mais mínima consulta a eles, os limites desses países. Os deputados entendem que, enquanto as fronteiras se apagam para a expansão do agronegócio brasileiro em territórios vizinhos, elas devem ser aplicadas com rigor para os seres humanos aos que, a um lado e outro da fronteira,  esse prodigioso desenvolvimento deixa sem chão.

    Eu entendo, como os deputados, que ONGs e Universidades não deveriam se intrometer em questões de estado que competem aos três poderes constitucionais. É lamentável que estes, e muito especialmente o Legislativo, prefiram advogar por fortunas particulares deixando a outros as tarefas que interessam ao Brasil no seu conjunto: a defesa do seu meio ambiente e o destino do seu povo.

    Enfim, vale a pena refletir sobre um detalhe, presente no documento, que tem sido motivo para ataques irônicos contra o laudo da antropóloga Flávia de Melo a respeito da aldeia de Mato Preto. Ela teria revelado que a decisão de se deslocar para essa terra foi tomada pelos Guarani durante uma sessão religiosa em que se consumiu um chá alucinógeno. Superstição, irracionalidade misturada a decisões sérias? Os nobres deputados devem ter visitado, em Brasília, o memorial-mausoléu do presidente Juscelino Kubitschek. Lá, num painel bem visível que trata das origens do seu empreendimento, ficamos sabendo como a construção de Brasília foi prevista num sonho profético do santo católico Giovanni Bosco, que quase um século antes da construção da capital viu a civilização cristã chegando naqueles sertões então ocupados “apenas” por índios nus. Se a demarcação de uma terra indígena deve ser posta em dúvida por ter se amparado em visões próprias de uma religião indígena -tão respeitável como qualquer outra, enquanto perdure o pluralismo religioso- caberia também se perguntar o quê fazem esses três poderes ali onde os sonhou um clérigo italiano que jamais pisou terra brasileira.

     

    Oscar Calavia Sáez

    Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina

     

     


  • Seminário com Barbara Glowczewski

    Publicado em 13/05/2013 às 18:08 (Atualizado em 02/10/2013 às 11:53)

    O Núcleo de Estudos de Populações Indígenas (NEPI) convida para o seminário com Barbara Glowczewski:

    “Entre o espetáculo e a política: Singularidades Indígenas”

    Data:13/05/2013

    Horário: 16 hs.

    Local:  (sala 313) CFH Bloco D

    * Exposição de Barbara Glowczewski sobre a elaboração do CD-ROM interativo sobre os walbiri.

    * Discussão do texto: Glowczewski, Barbara: “Entre o espetáculo e a política: Singularidades Indígenas” In: Cadernos de Subjetividade 2011 pg. 120‐141


  • Seminário: Mapeando Controvérsias Conteporâneas: humanos e não humanos na antropologia

    Publicado em 10/05/2013 às 15:49 (Atualizado em 02/10/2013 às 11:56)


  • Aula inaugural da pós em Antropologia

    Publicado em 03/05/2013 às 18:20 (Atualizado em 02/10/2013 às 11:56)

    A professora Diana Brown, do Bard College, proferiu aula inaugural do PPGAS na quarta dia  17 de abril de 2013, às 16h, na sala 110 do Departamento de Antropologia/CFH/UFSC, e teve como tema Corpo em Jogo: Juventude, Beleza e Envelhecimento. Diana Brown possui o B.A. do Smith College e o doutorado em Antropologia pela Columbia University. Lecionando desde 1988, e foi durante muitos anos co-diretora do Brazil Seminar na Universidade de Columbia e atualmente é professora titular no Bard College em New York. Realizou pesquisas pioneiras sobre umbanda no Rio de Janeiro que resultaram na publicação do livro Umbanda: Religion and Politics in Urban Brazil (2a edição 1994, Columbia University Press) e vários artigos. Obteve financiamentos e bolsas de pesquisa pela Fulbright-Hays, Fundação Ford, Colégio Lehman, CUNY e a Universidade de Columbia. Nos últimos anos tem realizado, com apoio do CNPq, estudos sobre beleza, saúde e envelhecimento em Florianópolis, sendo pesquisadora visitante no PPGAS-UFSC, além de ter sido professora visitante na UNICAMP. Atua também como co-diretora da Associação Metropolitana de Antropologia Médica e co-diretora do Programa de Estudos de Gênero no Bard College.


  • Aula de Diana Brown na Antropologia tem destaque na TV UFSC

    Publicado em 03/05/2013 às 18:13 (Atualizado em 03/05/2013 às 18:14)

    TV UFSC divulga entrevista com a professora Diana Brown,  do Bard College, em Nova York (EUA), que falou sobre “O Corpo em Jogo: Juventude, Beleza e Envelhecimento” na aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Antropologia.


  • NUER contemplado com o Prêmio Camélia da Liberdade Ação Afirmativa, Atitude Positiva 2013

    Publicado em 03/05/2013 às 18:09

    O Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas da UFSC, coordenado pela Profa. Ilka Boaventura Leite, foi contemplado com o Prêmio Camélia da Liberdade Ação Afirmativa, Atitude Positiva (2013) na categoria Instituição de Ensino. O Prêmio é uma manifestação institucional e pública do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas – CEAP, que se realiza pelo sétimo ano, com o patrocínio da Petrobras, de reconhecimento de iniciativas que promovam as ações afirmativas como forma de contribuição para a superação das desigualdades raciais e sociais, de tal forma que fortaleçam os princípios democráticos que regem a nação brasileira. O objetivo da premiação é incentivar empresas, universidades, governos, instituições públicas e veículos de comunicação a desenvolver projetos de ações afirmativas, de valorização da diversidade e inclusão étnica nos seus quadros, e que ao longo do ano tenham demonstrado compromissos concretos com a inclusão dos afro-descendentes na sociedade brasileira. Foram premiadas nessa edição 15 instituições e/ou personalidades. (Para saber mais sobre o prêmio e os selecionados acesse o link eaprj.org.br/premiocamelia/ceap-realiza-setima-edicao-do-premio-camelia-da-liberdade/).


  • Participação dos discentes PPGAS na X RAM

    Publicado em 26/04/2013 às 17:29 (Atualizado em 02/10/2013 às 11:57)

    Relação dos alunos do PPGAS que irão expor trabalhos na X RAM – Reunião de Antropologia do Mercosul

    Autor Trabalho
    Ana Carolina Nogueira Redes de produção musical colaborativas – Uma etnografia na cidade de Florianópolis
    Ana Paula Casagrande Cichowicz As estórias de viagens rom-kalderash e a relacionalidade entre a “língua” e o “espaço”.
    Beatrice Correa de Oliveira Gonçalves À margem da urbanização e da gastronomia oficial – Morro do Mocotó, Florianópolis, Brasil
    Carlos Uscátegui Vargas Da ilegalidade ao comercio justo: erradicação e substituição de cultivos ilícitos na Colômbia
    Carolina Portela “Indios” em Florianópolis (?): cotidiano e processos de etnogênese(s) entre os indígenas moradores na ilha da magia
    Danielli Vieira “É hospital, cadeia ou caixão”: narrativas sobre homicídios entre jovens no Brasil
    Fernanda Guimarães Cruz Para além da institucionalização: sociabilidades e conflito na trajetória de “egressas” de serviços de acolhimento.
    Glauco Ferreira Questões sobre intersecção e posicionalidade: Mulheres queer e ‘de cor’ e as representações no audiovisual
    João Jackson Bezerra Vianna Doenças políticas e assembléia xamânica. Ritual e transformação entre os Baniwa do médio rio Içana
    Maria Fernanda Salvadori Pereira Concepçõese práticas de formação fetal e infantil numa comunidade pesqueira ao sul do Brasil
    Mariela Felisbino da Silveira O campo do patrimônio cultural nas sociedades complexas:  Estudo de caso na localidade do Ribeirão da Ilha/ Florianópolis/SC
    Patricia Martins Além do concreto: A experiência de políticas públicas de patrimônio imaterial na cidade de Curitiba
    Ísis de Jesus Fabricando Justiça: Uma etnografia das audiências do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher
    Ana Carolina Rocha Técnicos ambientais e Populações tradicionais: o discurso da cultura estática
    Denize Refatti Um estudo da experiência onírica guarani:  O sonho como fonte de conhecimento entre os  Ava-Guarani de Ocoy – Paraná
    Rafael de Medeiros Knabben Impasses em torno do uso da força física: uma leitura antropológica das narrativas de policiais federais argentinos de Buenos Aires
    Janaína Moscal Somos todos MST”: música popular e engajamento político
    Vinicius Teixeira Pinto A estética da autenticidade no rap brasileiro 
    Júlio Cesar Stabelini Etnografando uma pista de skate: imagens sonoras ligadas à prática do esporte e à sociabilidade do grupo

  • Edições da Ilha – Revista de Antropologia

    Publicado em 30/03/2013 às 12:26 (Atualizado em 08/10/2013 às 14:19)

    2012

    Editoras deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso e Professora Evelyn Martina Schuler Zea

    v. 14, n. 1,2 (2012)

    Editoras deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso e Professora Evelyn Martina Schuler Zea

    2011

    Editoras deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso e Professora Doutora Evelyn Martina Schuler Zea

    v. 13, n. 1,2 (2011)

    Editoras deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso e Professora Doutora Evelyn Martina Schuler Zea

    2010

    Editora deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso

    v. 12, n. 1,2 (2010)

    Editora deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso

    2009

    Editora deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso

    v. 11, n. 1,2 (2009)

    Editora deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso

    2008

    Editora deste número: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso

    v. 10, n. 2 (2008)

    Editora deste volume: Professora Doutora Vânia Zikán Cardoso
    Edição Especial em Homenagem a Sílvio Coelho dos Santos Editoras deste volume: Professora Doutora Esther Jen Langdon e Professora Doutora Ilka Boaventura Leite

    v. 10, n. 1 (2008)

    Edição Especial em Homenagem a Sílvio Coelho dos Santos Editoras deste volume: Professora Doutora Esther Jean Langdon e Professora Ilka Boaventura Leite

    2007

    Editora deste volume: Professora Doutora Miriam Hartung

    v. 9, n. 1, 2 (2007)

    Editora deste volume: Professora Doutora Miriam Hartung

    2006

    Editora deste volume: Professora Doutora Alicia Norma González Castells

    v. 8, n. 1,2 (2006)

    Editora deste volume: Professora Doutora Alicia Norma González Castells

    2005

    A Edição traz uma seção Especial, comemorativa de 20 anos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - UFSC Editor deste volume: Professor Doutor Oscar Calavia Sáez

    v. 7, n. 1,2 (2005)

    Editor deste volume: Professor Doutor Oscar Calavia Saéz

    2004

    Editora deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial

    v. 6, n. 1, 2 (2004)

    Editora deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial

    2003

    Editoras deste número: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial e Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    v. 5, n. 2 (2003)

    Editoras deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial e Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie
    Editoras deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial e Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    v. 5, n. 1 (2003)

    Editoras deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial e Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    2002

    Editoras deste volume: Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie e Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial

    v. 4, n. 2 (2002)

    Editoras deste volume: Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie e Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial
    Editora deste volume: Professora Doutora  Carmen Silvia Moraes Rial

    v. 4, n. 1 (2002)

    Editora deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia Moraes Rial

    2001

    Editoras deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia de Moraes Rial e Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    v. 3, n. 1 (2001)

    Editoras deste volume: Professora Doutora Carmen Silvia de Moraes Rial e Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    2000

    Editora deste volume: Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    v. 2, n. 1 (2000)

    Editora deste volume: Professora Doutora Maria Amélia Schmidt Dickie

    1999

    Editor deste volume: Professor Doutor Oscar Calavia Sáez

    V.1, N. 1, 2 (1999)

    Editor deste volume: Professor Doutor Oscar Calavia Sáez

    Ilha R. Antr., Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC,  Florianópolis, SC, Brasil, ISSNe 2175-8034


  • Calendário 2013

    Publicado em 01/01/2013 às 09:00 (Atualizado em 27/01/2014 às 19:33)

    2013

    Calendário 2013 anterior a novembro

    Novembro 2013

    27 – Reunião de Colegiado

    Dezembro 2013

    4 – Reunião de Colegiado

    11 – Reunião de Colegiado

    12 – Prazo final para agendamento das qualificações de mestrado